por Milton Neves e Rogério Micheletti
Tati, o Walter Celani, mineiro de Guaxupé, morreu no dia 9 de outubro de 2020, na sua cidade natal, onde vivia em belíssima fazenda. Anos antes de sua morte, Tatiana, uma de suas netas, declarou ao Terceiro Tempo que ele adorava assistir futebol, estava forte e praticava musculação.
Tati, que teve dois filhos, foi revelado pelo União de Guaxupé, em 1947, e ainda juvenil foi transferido para o Radium da vizinha Mococa (SP). Lá, o meio-campista jogou tão bem que chamou a atenção do Palmeiras, ficando bom período no clube do Palestra Itália.
Em seguida, quando o Palmeiras trouxe Chinesinho, Valdir Joaquim de Moraes e Ênio Andrade do futebol gaúcho, Tati foi envolvido nas transações e passou a defender o Internacional com grande sucesso. Também jogou no Atlético-MG.
Depois de bom período no Sul, defendeu outras equipes, entre elas a Esportiva de Guaxupé (MG), e encerrou a carreira em Uberaba (MG), onde formou no Uberaba EC o trio Tinoco, Tati e Jackson (também falecido), e depois lá fixou residência ao lado da esposa e de um casal de filhos. Após a aposentadoria, seguiu por anos atuando nos veteranos de Uberaba e em festas de férias em Guaxupé.
Tati tinha um irmão chamado de Badão, excelente atacante de nome Nélson Celani. Mas o promissor jogador, camisa 9 e grande artilheiro, morreu precocemente, aos 16 anos, em Guaxupé, lá pelos anos 60.
Com a camisa palmeirense, entre 1957 e 1958, Tati fez 45 jogos (16 vitórias, 13 empates e 16 derrotas) e marcou cinco gols.
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Monegasco colocou a concorrência no boloPelo Palmeiras:
Com a camisa palmeirense, entre 1957 e 1958, Tati fez 45 jogos (16 vitórias, 13 empates e 16 derrotas) e marcou cinco gols.
Fonte: Almanaque do Palmeiras, de Celso Unzelte e Mário Sérgio Venditti.
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